quarta-feira, 7 de outubro de 2015

sushi... baquetas... e zuera sem limites....


Jantar juntos já não rola mais.... Mas as refeições ficaram mais animadas...
#BateriaDeNatal
#LutaDeEspadas

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

domingo, 4 de outubro de 2015

PERÍODO DE ADAPTAÇÃO (versão da mãe)

Que momento complicado!!
Aliás, outro grande desafio a encarar!
Ainda mais, uma pedagoga (PHD em adaptação) acostumada a todo início de ano, adaptar no mínimo 25 crianças e com experiência em todas as faixas etárias.
A teoria eu já sabia na ponta da língua:
- cada crinaça tem seu tempo;
- a adaptação serve mais para a família que para a criança;
- até os 8 meses de idade, o bebê não vai estranhar.....
A escola sugeriu um cronograma de adaptação e é óbvio que eu "dei pitaco". No primeiro dia, uma hora; no segundo dia, duas horas; no terceiro dia, três horas e no quarto dia, pulava para seis horas. Isso não pode!!
Conversei com elas e fiz bem direitinho, aumentando só uma hora por dia.
Então chegamos na escola com a mochila cheia de roupas, fraldas, mamadeiras, ..... tudo checado e revisado milhões de vezes antes de sair de casa.
O coração estava apertado e eu não podia demonstrar essa angústia, pois sou professora experiente e sei que tudo vai dar certo. Eu ficava repetindo isso mentalmente para internalizar a mensagem.
Mas eu juro que, odiei profundamente aquela professora, com um "ar de tranquilidade" me chamando de mãezinha.
Entreguei ele rápido e me despedi, com receio de fraquejar. Ele sorriu e foi com a professora.
Sentei naquela cadeira para aguardar, me sentindo a pior mãe do mundo, pois estava deixando um bebê tão pequeno na escola para trabalhar.
Afinal de contas, ele não pediu para vir ao mundo e eu deveria ter me organizado para ficar só com ele para sempre.
Os meus pensamentos se misturavam com sentimentos e teorias e eu tentava repetir incessantemente para mim a seguinte frase:
- Vai ser melhor para ele, ele vai ser estimulado e se socializar! Isso é incrível e muito importante para o seu desenvolvimento!
No primeiro dia, ele voltou para o meu colo chorando (acredito que fez isso só para me deixar mais tranquila) e do segundo dia em diante, sempre entrou e saiu sorrindo e feliz.
No final das contas, aquele dito popular de que "tu só vai poder falar sobre algo, depois que passar por ele" é muito verdade.
Agora consigo entender o que aquelas mães passam todo início de ano ao me entregarem seus filhos.
Acredito que terei mais paciência com elas. Eu prometo!
O período de adaptação pra mim foi um grande aprendizado para a mãe e professora Luciane. Para o Lucas, eu acho, que foi muito tranquilo.