terça-feira, 10 de novembro de 2015

Autorretrato



- Já nasci apressado
Com 2 kgs e 380
- E careca e pelado
Meio magro também
- Não peguei catapora
- Mas fiquei amarelão
- Vixe Nossa Senhora
- Salve Oxalá!
- Fui criado na rua
Tenho meus pés no chão
- Sou do mundo da lua
Como os pés e as mãos
- Tenho medo do escuro
- E não durmo sozinho
- Sou de Porto Alegre
- Lá do bairro Cristalllll

Coisa boa é um amigo
Pra poder se encontrar
E jogar conversa fora
Tu me ensina a viver
Que eu te ensino a sonhar
E por aí vamos embora

- Sou do balacobaco
- Eu não tô nem aí
- Comedor de etiqueta
- Chupador de chupeta
- Futebol de areia
- Futebol de botão
- Caminhada na esteira
- Televisão
- Tô vendo Galinha Pintadinha
- E eu, não gosto do Patati
- Sou Gremista desde sempre
- E já fui na Arena
- Sinto frio nos joelhos
- Eu, na ponta dos pés
- Sou alérgico a pêlo
- Tenho chulé

Coisa boa é um amigo
Pra poder conversar
E trocar figurinhas
Tu me ensina a viver
Que eu te ensino a sonhar
Cada sonho que eu tinha

- Eu só como banana
- Maça, não rola não
- Comidinha da escola
- Diz que faço bocão
- Sou viciado em mamázinho
- Mamão também vai bem
- Bomba e crepe Suzette
- Goiabada cascão
- Sou Aquário com Touro
- Ascendente em Peixes
- Eu já fui na escolinha
- E babei de montão
- Sou batucador de hashi 
- Eu adoro rastejar
- Vou pra praia em dezembro
Quinta livre pro papai 

Coisa boa é um amigo
Pra poder revirar
O que ficou na lembrança
Tu me ensina a viver
Que eu te ensino a sonhar
Cheios de esperança

- Eu odeio sapato
- Tiro eles para morder
- Mamazinho na teta
- Ou na mamadeira também
- Ando sempre atrasado
- Eu não sei ler
- Corro atrás de uns trocados
sou filho de programador/professora
- Não relaxo o pescoço
- Nem aguento meu peso
- Eu só durmo no colo
- Ou entre meus pais
- Uso toca de banho
- E sujo fralda de montão
- Eu não ronco
- Cadê meu balãããããão?

Coisa boa é um amigo
Pra poder confessar
Cada velha mania
Tu me ensina a viver
Que eu te ensino a sonhar
Cada sonho que havia

- Ando meio caído
- Ainda não sei gatinhar
- Uma certa barriga
- É, já deu pra notar
- Vou fazer um check up
- Com a tia Mariza
- E esperar os dentes nascer
Vou pra um spa
- Sou do tempo do Ipad
- Ando de bebê conforto
- Bodies e TipTop também
- Brinco com Macaco Caco
- Hoje eu olho na volta
- Olho e sei que valeu
- Vou levando a vida
Com a dança da bundinha
Graças a Deus

Coisa boa é um amigo
Pra poder relembrar
Pois são tantas histórias
Tu me ensina a viver
Que eu te ensino a sonhar
Pela vida afora

Coisa boa é um amigo
Pra poder relaxar
E jogar conversa fora
Tu me ensina a viver
Que eu te ensino a sonhar
E vamos tocando a bola.

quarta-feira, 7 de outubro de 2015

sushi... baquetas... e zuera sem limites....


Jantar juntos já não rola mais.... Mas as refeições ficaram mais animadas...
#BateriaDeNatal
#LutaDeEspadas

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

domingo, 4 de outubro de 2015

PERÍODO DE ADAPTAÇÃO (versão da mãe)

Que momento complicado!!
Aliás, outro grande desafio a encarar!
Ainda mais, uma pedagoga (PHD em adaptação) acostumada a todo início de ano, adaptar no mínimo 25 crianças e com experiência em todas as faixas etárias.
A teoria eu já sabia na ponta da língua:
- cada crinaça tem seu tempo;
- a adaptação serve mais para a família que para a criança;
- até os 8 meses de idade, o bebê não vai estranhar.....
A escola sugeriu um cronograma de adaptação e é óbvio que eu "dei pitaco". No primeiro dia, uma hora; no segundo dia, duas horas; no terceiro dia, três horas e no quarto dia, pulava para seis horas. Isso não pode!!
Conversei com elas e fiz bem direitinho, aumentando só uma hora por dia.
Então chegamos na escola com a mochila cheia de roupas, fraldas, mamadeiras, ..... tudo checado e revisado milhões de vezes antes de sair de casa.
O coração estava apertado e eu não podia demonstrar essa angústia, pois sou professora experiente e sei que tudo vai dar certo. Eu ficava repetindo isso mentalmente para internalizar a mensagem.
Mas eu juro que, odiei profundamente aquela professora, com um "ar de tranquilidade" me chamando de mãezinha.
Entreguei ele rápido e me despedi, com receio de fraquejar. Ele sorriu e foi com a professora.
Sentei naquela cadeira para aguardar, me sentindo a pior mãe do mundo, pois estava deixando um bebê tão pequeno na escola para trabalhar.
Afinal de contas, ele não pediu para vir ao mundo e eu deveria ter me organizado para ficar só com ele para sempre.
Os meus pensamentos se misturavam com sentimentos e teorias e eu tentava repetir incessantemente para mim a seguinte frase:
- Vai ser melhor para ele, ele vai ser estimulado e se socializar! Isso é incrível e muito importante para o seu desenvolvimento!
No primeiro dia, ele voltou para o meu colo chorando (acredito que fez isso só para me deixar mais tranquila) e do segundo dia em diante, sempre entrou e saiu sorrindo e feliz.
No final das contas, aquele dito popular de que "tu só vai poder falar sobre algo, depois que passar por ele" é muito verdade.
Agora consigo entender o que aquelas mães passam todo início de ano ao me entregarem seus filhos.
Acredito que terei mais paciência com elas. Eu prometo!
O período de adaptação pra mim foi um grande aprendizado para a mãe e professora Luciane. Para o Lucas, eu acho, que foi muito tranquilo.  


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Dia do Gaúcho

Depois de 1 semana de folga da Escola, o 'popozinho' voltou pra escola e já foi pra festa com os coleguinhas (mas para a foto escolheu uma prendinha, hehehehe #AMaePira), cantinho gaúcho... #upapapa





quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Mudança de hábitos...

Você nota que alguma coisa mudou

  1. Quando a cotação das coisas não é mais em relação ao preço da cerveja e sim com o preço da fralda.
  2. Quando você sabe que existem mais tipos de fraldas e o pior como cada uma delas "funciona".]
  3. Quando no celular no lugar de receber convites para festas, churras no final de semana (sim hoje é quinta) você recebe um aviso de um aplicativo com a frase "Oi popozinhos".
App da "galinha pintadinha", sim eu instalei ele no meu celular... o Lucas 'adora'.